PNEP
Chegaste
Contigo estudei
E no teu ombro trabalhei
Estou mais sabedora, feliz e muito cansada
Este caminho foi duro
A que alguns chamaram maçada
Mas tu, PNEP
Deste-me um mapa desconhecido
Que me levou ao entendimento
Era um trajecto escondido
Que abriu portas ao conhecimento.
Formadora do Agrupamento de Colmeias Leta Marto
EBI de Sto. Onofre – Turma: 4.º B
Aula PNEP a 21 de Outubro de 2009 “reproduzir e recriar lengalengas”
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos em pequenos grupos, na sequência da aula e baseados no esquema da lengalenga “O Castelo de Chuchurumel”
I
Aqui está o milho
Que fugiu da seara.
Aqui está a galinha
Que comeu o milho
Que fugiu de seara.
Aqui está a raposa
Que bateu na galinha
Que comeu o milho
Que fugiu da seara.
Aqui está o leão
Que mordeu a raposa
Que bateu na galinha
Que comeu o milho
Que fugiu da seara.
Aqui está o homem
Que capturou o leão
Que mordeu a raposa
Que bateu na galinha
Que comeu o milho
Que fugiu da seara.
Aqui está o Zoo
Que recebeu o homem
Que capturou o leão
Que mordeu a raposa
Que bateu na galinha
Que comeu o milho
Que fugiu da seara.
(Erica e Margarida)
II
Aqui está a minhoca
Que escavou a terra.
Aqui está a galinha
Que comeu a minhoca
Que escavou a terra.
Aqui está o cavalo
Que deu um coice à galinha
Que comeu a minhoca
Que escavou a terra.
Aqui está o tigre
Que mordeu o cavalo
Que deu um coice à galinha
Que comeu a minhoca
Que escavou a terra.
Aqui está o leão
Que arranhou o tigre
Que mordeu o cavalo
Que deu um coice à galinha
Que comeu a minhoca
Que escavou a terra.
Aqui está o tubarão
Que matou o leão
Que arranhou o tigre
Que mordeu o cavalo
Que deu um coice à galinha
Que comeu a minhoca
Que escavou a terra.
(Mariana e Beatriz)
III
Aqui estão os tijolos
Que fizeram a parede.
Aqui está o cimento
Que prendeu os tijolos
Que fizeram a parede.
Aqui está a areia
Que fez o cimento
Que prendeu os tijolos
Que fizeram a parede.
Aqui está a água
Que mistura com a areia
Que fez o cimento
Que prendeu os tijolos
Que fizeram a parede.
Aqui está o papagaio
Que deitou a água
Que mistura com a areia
Que fez o cimento
Que prendeu os tijolos
Que fizeram a parede.
Aqui está o homem
Que ensinou o papagaio
Que deitou a água
Que mistura com a areia
Que fez o cimento
Que prendeu os tijolos
Que fizeram a parede.
(Ricardo e Francisco Gaspar)
IV
Aqui está o caderno
Que está escrito.
Aqui estão os desenhos
Que estão no caderno
Que está escrito
Aqui está o rapaz
Que fez os desenhos
Que estão no caderno
Que está escrito.
Aqui está o tigre
Que o rapaz desenhou
Que fez os desenhos
Que estão no caderno
Que está escrito.
(Cátia e Valéria)
V
Aqui está o pau
Que bateu no boi.
Aqui está a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.
Aqui está a areia
Que fez escorregar a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.
Aqui está o vaqueiro
Que pôs a areia
Que fez escorregar a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.
Aqui está o chefe
Que mandou o vaqueiro
Que pôs a areia
Que fez escorregar a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.
Aqui está o presidente
Que nomeou o chefe
Que mandou o vaqueiro
Que pôs a areia
Que fez escorregar a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.
Aqui está o primeiro-ministro
Que escolheu o presidente
Que nomeou o chefe
Que mandou o vaqueiro
Que pôs a areia
Que fez escorregar a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.
(Tiago Ribeiro e João Gabriel)
VI
Aqui está o lápis
Que escreve no papel
E aqui está a borracha
Que o apaga.
Aqui estão os lápis de cor
Que pintam o desenho
E aqui está a afiadeira
Que os afia.
Aqui está a caneta
Que escreve o nosso nome
No desenho.
Aqui está a tesoura
Que corta o papel.
E este material todo
Que nós usamos
Pertence ao estojo.
(Ana Carolina e Andreia)
Nota: Os trabalhos foram escolhidos aleatoriamente. O VI revela que as alunas não entenderam o mecanismo da lengalenga.
Professor Carlos Hermínio (formando do PNEP)
EBI de Sto. Onofre – Turma: 4.º B
Aula PNEP a 19 de Abril de 2010 “dimensão textual”
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos em pequenos grupos, na sequência da aula.
Nota: Foram entregues 8 conjuntos de “cromos” que continham personagens ou acções e que os alunos escolheram um de cada. Construindo as histórias a partir daí.
“VAMOS CONSTRUIR UMA HISTÓRIA”
Grupo: Tiago Ribeiro, Francisco Timóteo e Margarida
Elementos escolhidos: no tempo em que os animais falavam; cavaleiro; gruta; descobrir uma espada; no labirinto; um ladrão; um cão; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
Título da história: O Cavaleiro Descobridor
No tempo em que os animais falavam, um cavaleiro que passeava pela floresta, encontrou uma gruta. Andando a passear pela gruta descobriu uma espada muito brilhante.
Quando saiu da gruta, encontrou-se num labirinto e foi indo por lá até que encontrou um ladrão a tentar roubar um cão. Ajudou o cão e saiu com um novo amigo daquele grande labirinto.
E depois? Depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.
Grupo: Manuel, Cátia e Ricardo
Elementos escolhidos: no tempo em que as galinhas tinham dentes; menina; casa abandonada; encontrar um tesouro; no rio encantado; um ladrão; uma velhinha; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
Título da história: A Avozinha do Tesouro
No tempo em que as galinhas tinham dentes havia sítio chamado “O Rio Encantado” e lá havia um papel a dizer: “Na casa abandonada há um grande tesouro”.
Uma menina chamada Lúcia viu o papel e disse:
- Olha, um tesouro!
- Então despacha-te que eu não sou o Pai Natal! – gritou a avozinha.
E lã foram para a caça ao tesouro na casa abandonada.
Quando chegaram à casa abandonada, viram que já alguém lá estava.
- Foste à casa de banho e agora já alguém cá está. – disse a avó zangada.
- Mas ao menos não estou quatro horas na casa de banho para me lavar e ainda saio de lá suja. – replicou a menina.
Pararam de discutir e entraram na casa. Abriram várias portas e nada. Nisto viram o ladrão que já tinha encontrado o tesouro. Desanimadas, vinham embora, quando viram um segundo tesouro. Agarraram no baú e fugiram dali para fora. Quando abriram o baú e viram que só lá estava uma moeda de 1 cêntimo, a Lúcia perguntou:
- O que fazemos agora?
Nisto viram um papel que dizia “plantem esta moeda e serão ricos”.
E depois?
E depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.
Grupo: Erica, Andreia e Tomás
Elementos escolhidos: Há muitos, muitos anos; sereia e cavaleiro; castelo e ilha; descobrir uma espada; no país luminoso; um pirata; um cão; e oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.
Título da história: Um Final Feliz
Há muitos…muitos anos no castelo do país luminoso, um cavaleiro conhecido como Dinis decidiu embarcar à procura da espada dourada, mas não foi sozinho, levou o seu cão Tobias.
Tomou rumo a Elian, mas não achou a espada. De seguida a Ítaca, mas logo foi embora com medo dos gigantes.
Passado uma semana e meia avistou uma ilha que não aparecia no mapa.
- Isto não me cheira bem. – desconfiou Tobias.
- Está calado! – exigiu Dinis.
Desembarcaram na ilha e uma sereia loira e muito bonita chamada Bally, disse:
- O que fazem aqui por estas bandas?
- Andamos à procura da espada dourada. – respondeu energicamente Tobias.
- Sim, a espada dourada está nesta ilha, mas tenham cuidado com a maldição do pirata Perna de Pau.
Dinis fez uma nova amizade. Com Bally a nadar e Dinis e Tobias a caminhar acharam uma gruta. Bally ficou cá fora à espera enquanto Dinis e Tobias entraram. Demoraram muito tempo mas acabaram por achar a espada dourada e a maldição eram apenas umas barbas falsas.
Saíram da gruta, conversaram com Bally e decidiram ficar juntos para sempre.
E oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.
Grupo: Mariana, Tiago Murtinho e Rafaela
Elementos escolhidos: no tempo em que as bruxas andavam de vassoura; menina; gruta; encontrar o pai; na Lua; o monstro das sete cabeças; um extraterrestre; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
Título da história: A Família Esquisita
No tempo em que as bruxas andavam de vassoura, havia uma menina chamada Joana que vivia na Lua com o seu pai Luís e os seus melhores amigos, o monstro de sete cabeças e o extraterrestre Marte.
Os seus dias eram um pouco esquisitos, pois Marte o Sete Cabeças andavam sempre às turras.
Um dia quando a Joana acordou, ouviu sete gritos. Era o Sete Cabeças que tinha sido levado por um cientista para um laboratório de estudos.
A menina vestiu-se rapidamente e foi a correr chamar o pai.
- Pai! Pai! O Sete Cabeças foi raptado. Temos de o ir salvar.
O pai nem teve tempo de responder, pois a filha o levara pela mão sem parar de correr até à gruta laboratório.
Tinham de entrar com cuidado pois o cientista era louco. Estavam a tentar entrar quando ouviram um barulho estranho. Viraram-se e viram o Marte.
- O que é que tu fazes aqui? – perguntou a Joana.
- Vi-vos sair de casa a correr e vim atrás de vocês. Respondeu Marte na sua linguagem esquisita.
Então continuaram o caminho. Quando encontraram o Sete Cabeças, estava o cientista a tirar sangue com a sua seringa enorme de tirar amostras. Ficaram todos muito quietos, escondidos e quando o cientista saiu, eles entraram na sala onde estava o Sete Cabeças e escaparam dali para fora com ele.
Quando voltaram para casa, o Marte e o Sete Cabeças começaram a discutir como habitualmente. A menina e o pai disseram ao mesmo tempo:
- Outra vez de novo! Não!…
E depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
EBI de Sto. Onofre – Turma: 4.º B
Aula PNEP a 19 de Abril de 2010 “dimensão textual”
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos em pequenos grupos, na sequência da aula.
Nota: Foram entregues 8 conjuntos de “cromos” que continham personagens ou acções e que os alunos escolheram um de cada. Construindo as histórias a partir daí.
“VAMOS CONSTRUIR UMA HISTÓRIA”
Grupo: Tiago Ribeiro, Francisco Timóteo e Margarida
Elementos escolhidos: no tempo em que os animais falavam; cavaleiro; gruta; descobrir uma espada; no labirinto; um ladrão; um cão; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
Título da história: O Cavaleiro Descobridor
No tempo em que os animais falavam, um cavaleiro que passeava pela floresta, encontrou uma gruta. Andando a passear pela gruta descobriu uma espada muito brilhante.
Quando saiu da gruta, encontrou-se num labirinto e foi indo por lá até que encontrou um ladrão a tentar roubar um cão. Ajudou o cão e saiu com um novo amigo daquele grande labirinto.
E depois? Depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.
Grupo: Manuel, Cátia e Ricardo
Elementos escolhidos: no tempo em que as galinhas tinham dentes; menina; casa abandonada; encontrar um tesouro; no rio encantado; um ladrão; uma velhinha; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
Título da história: A Avozinha do Tesouro
No tempo em que as galinhas tinham dentes havia sítio chamado “O Rio Encantado” e lá havia um papel a dizer: “Na casa abandonada há um grande tesouro”.
Uma menina chamada Lúcia viu o papel e disse:
- Olha, um tesouro!
- Então despacha-te que eu não sou o Pai Natal! – gritou a avozinha.
E lã foram para a caça ao tesouro na casa abandonada.
Quando chegaram à casa abandonada, viram que já alguém lá estava.
- Foste à casa de banho e agora já alguém cá está. – disse a avó zangada.
- Mas ao menos não estou quatro horas na casa de banho para me lavar e ainda saio de lá suja. – replicou a menina.
Pararam de discutir e entraram na casa. Abriram várias portas e nada. Nisto viram o ladrão que já tinha encontrado o tesouro. Desanimadas, vinham embora, quando viram um segundo tesouro. Agarraram no baú e fugiram dali para fora. Quando abriram o baú e viram que só lá estava uma moeda de 1 cêntimo, a Lúcia perguntou:
- O que fazemos agora?
Nisto viram um papel que dizia “plantem esta moeda e serão ricos”.
E depois?
E depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.
Grupo: Erica, Andreia e Tomás
Elementos escolhidos: Há muitos, muitos anos; sereia e cavaleiro; castelo e ilha; descobrir uma espada; no país luminoso; um pirata; um cão; e oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.
Título da história: Um Final Feliz
Há muitos…muitos anos no castelo do país luminoso, um cavaleiro conhecido como Dinis decidiu embarcar à procura da espada dourada, mas não foi sozinho, levou o seu cão Tobias.
Tomou rumo a Elian, mas não achou a espada. De seguida a Ítaca, mas logo foi embora com medo dos gigantes.
Passado uma semana e meia avistou uma ilha que não aparecia no mapa.
- Isto não me cheira bem. – desconfiou Tobias.
- Está calado! – exigiu Dinis.
Desembarcaram na ilha e uma sereia loira e muito bonita chamada Bally, disse:
- O que fazem aqui por estas bandas?
- Andamos à procura da espada dourada. – respondeu energicamente Tobias.
- Sim, a espada dourada está nesta ilha, mas tenham cuidado com a maldição do pirata Perna de Pau.
Dinis fez uma nova amizade. Com Bally a nadar e Dinis e Tobias a caminhar acharam uma gruta. Bally ficou cá fora à espera enquanto Dinis e Tobias entraram. Demoraram muito tempo mas acabaram por achar a espada dourada e a maldição eram apenas umas barbas falsas.
Saíram da gruta, conversaram com Bally e decidiram ficar juntos para sempre.
E oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.
Grupo: Mariana, Tiago Murtinho e Rafaela
Elementos escolhidos: no tempo em que as bruxas andavam de vassoura; menina; gruta; encontrar o pai; na Lua; o monstro das sete cabeças; um extraterrestre; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
Título da história: A Família Esquisita
No tempo em que as bruxas andavam de vassoura, havia uma menina chamada Joana que vivia na Lua com o seu pai Luís e os seus melhores amigos, o monstro de sete cabeças e o extraterrestre Marte.
Os seus dias eram um pouco esquisitos, pois Marte o Sete Cabeças andavam sempre às turras.
Um dia quando a Joana acordou, ouviu sete gritos. Era o Sete Cabeças que tinha sido levado por um cientista para um laboratório de estudos.
A menina vestiu-se rapidamente e foi a correr chamar o pai.
- Pai! Pai! O Sete Cabeças foi raptado. Temos de o ir salvar.
O pai nem teve tempo de responder, pois a filha o levara pela mão sem parar de correr até à gruta laboratório.
Tinham de entrar com cuidado pois o cientista era louco. Estavam a tentar entrar quando ouviram um barulho estranho. Viraram-se e viram o Marte.
- O que é que tu fazes aqui? – perguntou a Joana.
- Vi-vos sair de casa a correr e vim atrás de vocês. Respondeu Marte na sua linguagem esquisita.
Então continuaram o caminho. Quando encontraram o Sete Cabeças, estava o cientista a tirar sangue com a sua seringa enorme de tirar amostras. Ficaram todos muito quietos, escondidos e quando o cientista saiu, eles entraram na sala onde estava o Sete Cabeças e escaparam dali para fora com ele.
Quando voltaram para casa, o Marte e o Sete Cabeças começaram a discutir como habitualmente. A menina e o pai disseram ao mesmo tempo:
- Outra vez de novo! Não!…
E depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
EBI de Sto. Onofre – Turma: 4.º B
Aula PNEP a 19 de Abril de 2010 “dimensão textual”
Trabalhos desenvolvidos pelos alunos em pequenos grupos, na sequência da aula.
Nota: Foram entregues 8 conjuntos de “cromos” que continham personagens ou acções e que os alunos escolheram um de cada. Construindo as histórias a partir daí.
“VAMOS CONSTRUIR UMA HISTÓRIA”
Grupo: Tiago Ribeiro, Francisco Timóteo e Margarida
Elementos escolhidos: no tempo em que os animais falavam; cavaleiro; gruta; descobrir uma espada; no labirinto; um ladrão; um cão; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
Título da história: O Cavaleiro Descobridor
No tempo em que os animais falavam, um cavaleiro que passeava pela floresta, encontrou uma gruta. Andando a passear pela gruta descobriu uma espada muito brilhante.
Quando saiu da gruta, encontrou-se num labirinto e foi indo por lá até que encontrou um ladrão a tentar roubar um cão. Ajudou o cão e saiu com um novo amigo daquele grande labirinto.
E depois? Depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.
Grupo: Manuel, Cátia e Ricardo
Elementos escolhidos: no tempo em que as galinhas tinham dentes; menina; casa abandonada; encontrar um tesouro; no rio encantado; um ladrão; uma velhinha; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
Título da história: A Avozinha do Tesouro
No tempo em que as galinhas tinham dentes havia sítio chamado “O Rio Encantado” e lá havia um papel a dizer: “Na casa abandonada há um grande tesouro”.
Uma menina chamada Lúcia viu o papel e disse:
- Olha, um tesouro!
- Então despacha-te que eu não sou o Pai Natal! – gritou a avozinha.
E lã foram para a caça ao tesouro na casa abandonada.
Quando chegaram à casa abandonada, viram que já alguém lá estava.
- Foste à casa de banho e agora já alguém cá está. – disse a avó zangada.
- Mas ao menos não estou quatro horas na casa de banho para me lavar e ainda saio de lá suja. – replicou a menina.
Pararam de discutir e entraram na casa. Abriram várias portas e nada. Nisto viram o ladrão que já tinha encontrado o tesouro. Desanimadas, vinham embora, quando viram um segundo tesouro. Agarraram no baú e fugiram dali para fora. Quando abriram o baú e viram que só lá estava uma moeda de 1 cêntimo, a Lúcia perguntou:
- O que fazemos agora?
Nisto viram um papel que dizia “plantem esta moeda e serão ricos”.
E depois?
E depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.
Grupo: Erica, Andreia e Tomás
Elementos escolhidos: Há muitos, muitos anos; sereia e cavaleiro; castelo e ilha; descobrir uma espada; no país luminoso; um pirata; um cão; e oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.
Título da história: Um Final Feliz
Há muitos…muitos anos no castelo do país luminoso, um cavaleiro conhecido como Dinis decidiu embarcar à procura da espada dourada, mas não foi sozinho, levou o seu cão Tobias.
Tomou rumo a Elian, mas não achou a espada. De seguida a Ítaca, mas logo foi embora com medo dos gigantes.
Passado uma semana e meia avistou uma ilha que não aparecia no mapa.
- Isto não me cheira bem. – desconfiou Tobias.
- Está calado! – exigiu Dinis.
Desembarcaram na ilha e uma sereia loira e muito bonita chamada Bally, disse:
- O que fazem aqui por estas bandas?
- Andamos à procura da espada dourada. – respondeu energicamente Tobias.
- Sim, a espada dourada está nesta ilha, mas tenham cuidado com a maldição do pirata Perna de Pau.
Dinis fez uma nova amizade. Com Bally a nadar e Dinis e Tobias a caminhar acharam uma gruta. Bally ficou cá fora à espera enquanto Dinis e Tobias entraram. Demoraram muito tempo mas acabaram por achar a espada dourada e a maldição eram apenas umas barbas falsas.
Saíram da gruta, conversaram com Bally e decidiram ficar juntos para sempre.
E oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.
Grupo: Mariana, Tiago Murtinho e Rafaela
Elementos escolhidos: no tempo em que as bruxas andavam de vassoura; menina; gruta; encontrar o pai; na Lua; o monstro das sete cabeças; um extraterrestre; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
Título da história: A Família Esquisita
No tempo em que as bruxas andavam de vassoura, havia uma menina chamada Joana que vivia na Lua com o seu pai Luís e os seus melhores amigos, o monstro de sete cabeças e o extraterrestre Marte.
Os seus dias eram um pouco esquisitos, pois Marte o Sete Cabeças andavam sempre às turras.
Um dia quando a Joana acordou, ouviu sete gritos. Era o Sete Cabeças que tinha sido levado por um cientista para um laboratório de estudos.
A menina vestiu-se rapidamente e foi a correr chamar o pai.
- Pai! Pai! O Sete Cabeças foi raptado. Temos de o ir salvar.
O pai nem teve tempo de responder, pois a filha o levara pela mão sem parar de correr até à gruta laboratório.
Tinham de entrar com cuidado pois o cientista era louco. Estavam a tentar entrar quando ouviram um barulho estranho. Viraram-se e viram o Marte.
- O que é que tu fazes aqui? – perguntou a Joana.
- Vi-vos sair de casa a correr e vim atrás de vocês. Respondeu Marte na sua linguagem esquisita.
Então continuaram o caminho. Quando encontraram o Sete Cabeças, estava o cientista a tirar sangue com a sua seringa enorme de tirar amostras. Ficaram todos muito quietos, escondidos e quando o cientista saiu, eles entraram na sala onde estava o Sete Cabeças e escaparam dali para fora com ele.
Quando voltaram para casa, o Marte e o Sete Cabeças começaram a discutir como habitualmente. A menina e o pai disseram ao mesmo tempo:
- Outra vez de novo! Não!…
E depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.
A barquinha
No dia dois de Março, todos nós construímos uma barquinha com folhas de revista e jornal. Tivemos algumas dificuldades, foi preciso fazermos as dobragens, certinhas. Mas lá conseguimos com a ajuda das professoras.
Gostámos muito de realizar o jogo. Não nos podíamos esquecer de dizer uma frase bonita, antes de passarmos a barquinha ao colega do lado. A frase era: Aqui vai uma barquinha carregadinha de…. Os meninos tinham de responder uma palavra de acordo com o tema que a professora indicava e, depois voltavam a dizer a frase e assim a barquinha passava para a mão de outro menino.
Todos os meninos gostaram desta actividade. Foi muito divertida.
Texto colectivo (quadro)
EB1 Foz do Arelho – 1º e 2ºanos
08/03/2010
Professora: Isabel Pinto
Um plano de aula leccionado pela professora Eunice.
- A professora lê uma história para os alunos, que estão sentados em semicírculo no chão.
- Distribuição de uma folha de trabalho com o contorno de uma personagem da história.
- A professora propõe aos alunos (todos) que digam palavras que lhes lembrem a história. Estas palavras são registadas pelos alunos dentro da imagem da personagem.
- A partir das palavras os alunos constroem frases relacionadas com a história que não precisam de ter ordem.
- Cada frase será registada no quadro e numa folha de trabalho, tal como foi elaborada pelos alunos do 2.º, 3.º e 4.ºano.
- Enquanto os alunos do 2.º, 3.º e 4.ºano fazem o registo das frases, os do 1.º ano pintam o contorno da personagem da história e desenham coisas relacionadas com esta.
- Ao finalizar esta tarefa, em grupo, (todos) os alunos recortam as frases e ordenam-nas.
- Depois de algum tempo, a professora em grande grupo ordena as frases no quadro.
- Neste momento todos podem colar as frases ordenadas numa folha.
- Cada grupo lê as frases ordenadas e tentam colocar os conectores em falta.
- A professora propõe algumas leituras em voz alta.
Agrupamento de Colmeias
Poemas escritos por alunos do 3.º ano da EB1 de Redinha – Agrupamento de Escolas de Pombal.
Ao frio
Hoje está muito frio
Frio de rachar
Rachar de matar
Matar o arrepio
Arrepio que me está a dar
Dar um beijinho
Beijinho para aquecer
Aquecer deste frio
Frio de tremer.
Lucas Figueiredo
À Fonte
A fonte deita água
Água de cristal
Cristal branco
Branco como a neve
Neve fria
Fria como este vento
Vento que sopra
Sopra junto à fonte.
Vítor
Texto escrito pelos alunos do 3.º ano da EB1 de Redinha – Agrupamento de Escolas de Pombal, após a descrição de alguns objectos do dia-a-dia, entre os quais o lápis.
O lápis de carvão e os amigos
Vou contar-vos uma história muito divertida sobre um lápis de carvão e os seus amigos lápis de cor.
Os lápis podem ter várias formas e tamanhos. Há lápis finos, grossos, flexíveis, duros. Há lápis de todas as cores. Há lápis de carvão, de cor, de cera, de minas… Alguns são feitos de madeira, outros são revestidos a plástico ou a metal…
Os lápis da minha história são muito especiais. Como tantos outros servem para escrever, para pintar, para rabiscar… Estes são especiais porque têm vontade própria e gostam muito de pregar partidas a quem lhes põe a mão. Eles furavam as folhas, riscavam-nas e punham erros em todas as frases escritas. Eram uns verdadeiros pestinhas!
Um dia, eles riscaram a folha dos trabalhos de casa de um menino. Quando chegou à escola, a professora ralhou com ele. O menino começou a chorar porque não percebia o que tinha acontecido. Os lápis, muito bem arrumadinhos no estojo (porque o menino era muito cuidadoso com eles), ouviram e ficaram tristes e, por isso, a partir desse dia eles deixaram de fazer asneiras e começaram a colaborar e a ajudar o menino.
Agora, sempre que o menino pega neles, escreve, com o lápis de carvão, fantásticos textos e pinta, com os lápis de cor, lindos desenhos.
Ver Vídeo: Dimensão Textual – “Jogo de Memória” in http://www.youtube.com/watch?v=2yqKXRtoDzA
Texto
Jogo de Memória
A nossa turma construiu um Jogo de Memória. O tema do nosso jogo foi os frutos. Os desenhos foram todos feitos por nós. Cada um de nós desenhou o mesmo fruto duas vezes. No final, ficámos com catorze frutos diferentes, num total de vinte e oito. E, assim, calculámos o dobro de catorze. Desenhámos os frutos em rectângulos de cartolina, como se fossem cartas de um jogo.
Os frutos carnudos que desenhámos e pintámos foram: a pêra, a banana, a maçã, a amora, a nêspera, a melancia, a cereja, as uvas, o melão, o quivi, o pêssego e o morango. A noz e a castanha foram os frutos secos escolhidos por nós.
Depois, pusemos as cartas do jogo em cima de uma mesa viradas todas com o desenho para baixo. Tínhamos duas filas em que os desenhos das filas estavam baralhados. Jogámos a pares e, foi assim: escolhemos uma carta de uma fila e virávamos para ver o fruto que lá estava. A seguir, escolhemos uma carta da outra fila para tentar encontrar o mesmo fruto. Se o segundo desenho não fosse igual ao primeiro virávamos as cartas para baixo e tentávamos memorizar o sítio onde estavam. Noutra jogada, se aparecesse uma das cartas já viradas já sabíamos onde estava para formar o par.
Gostámos muito de jogar o jogo porque foi feito por nós.
Texto colectivo (quadro)
EB1 Foz do Arelho – 1º e 2º anos
05/05/2010
Professora: Isabel Pinto
A professora trouxe o livro “O Canto dos Bichos” de Luísa Ducla Soares (livro que recomendamos!). Trabalhámos alguns dos poemas de uma forma muito divertida e ouvimos as canções (o livro tem um CD). No final, a professora pediu-nos para escrevermos, em conjunto, um poema sobre animais, seguindo o exemplo do dístico que inicia o poema “O Nariz do Elefante”. Todos colaborámos na escrita deste poema.
Os Animais
A girafa é elegante
Por ter um pescoço gigante.
A águia é vaidosa
Por ser muito jeitosa.
O cão é um bom guardião
Por guardar bem o portão.
O rato tem vergonha
Por ter uma cauda medonha.
Alunos do 3.º ano da EB1 de Redinha – Agrupamento de Escolas de Pombal
O escritor José Fanha veio à EB1 de Redinha. Antes da sua chegada, nós (alunos do 3.º ano) lemos um excerto do livro “O dia em que a barriga rebentou” (que todos adorámos!), que fala da família dos pássaros Bisnau. Trabalhámos um pouco as famílias de palavras. Depois escrevemos palavras da família de triste. Com essas palavras produzimos este texto, ao qual demos o título “O dia em que a tristeza acabou”. Este foi o texto final. Nós fomos melhorando o nosso primeiro rascunho…
O dia em que a tristeza acabou
Era uma vez a família Triste. O pai chamava-se Tristão Trapalhão Resmungão, tropeçava e batia sempre com o nariz no chão. A mãe era a Tristeza Vagaresa Portuguesa e era tão vagarosa que demorava uma hora a pôr a mesa. A filha, Tristonha Vergonha Medonha, e o filho mais pequeno, Tristinho Fininho Magrinho, eram os irmãos mais tristes que viviam no bairro.
O pai Tristão era um grande choramingão e passava os dias a chorar e a resmungar. A mãe Tristeza, sempre na limpeza, fartava-se de se queixar. A filha Tristonha tinha muita vergonha e no seu quarto, escondida, passava o tempo a lamentar-se. O pequeno tristinho era tão magrinho e fininho, sentia-se um coitadinho e andava sempre sozinho.
Certo dia, o circo chegou ao bairro onde viviam. Um vizinho decidiu convidá-los para irem ver o espectáculo. Inicialmente, a família ficou um pouco receosa, mas era tanta a curiosidade que acabaram por ir.
Ao chegarem ao circo, eles viram muitos artistas: acrobatas, palhaços, mágicos, domadores e muitos outros. Isto foi o suficiente para os fazer sorrir! Era vê-los a rir, a aplaudir, a divertirem-se a valer, junto dos seus vizinhos que agora eram seus amigos.
Aprenderam que é muito importante ter amigos e enfrentar a vida com um sorriso no rosto e muita coragem. Desde esse dia deixaram de estar sempre tristes e passaram a ser conhecidos como a família Contente.
A turma do 4.º ano da Escola do Parque em Caldas da Rainha, no âmbito da Área de Projecto, além de outros trabalhos desenvolvidos ao longo do ano, renovaram o painel da entrada da sala fazendo um balanço da experiência que foi para eles o 1.º Ciclo, enquadrado no tema “Manta de Retalhos”.
Começaram por, colectivamente, fazer uma “chuva de palavras” desencadeada pela palavra Escola e organizada em subtemas: espaços; sentimentos; pessoas; materiais; actividades.
Posteriormente e em pequenos grupos fizeram a produção do texto que foi melhorada colectivamente.
Também em pequenos grupos, fizeram a ilustração livre dos subtemas definidos.
Ligaram todos os elementos em “Manta de Retalhos”.
Escola
Ao virmos para a escola, tivemos uma sensação um pouco esquisita, despertava algum nervosismo dentro de nós. Era uma sensação nova e diferente.
Novos amigos começavam a aparecer, era o início de boas e duradouras amizades. Assim começamos o nosso primeiro ciclo.
A Escola do Parque é uma escola muito antiga, em que todos os alunos frequentam apenas o primeiro ciclo, por isso é uma escola pequena em que todos nos conhecemos e nos ajudamos.
Aprendemos na escola muitas matérias como: Matemática, Estudo do Meio e Língua Portuguesa. Estas são as três principais matérias, mas também aprendemos Inglês, Música, praticamos Educação Física, fazemos pinturas e trabalhos manuais, não esquecendo as visitas de estudo.
A maior parte destas actividades são feitas na sala de aula que tem mesas e cadeiras (bem diferente do Infantário), mas não podemos esquecer o recreio onde passamos os nossos intervalos: lanchamos, descansamos, brincamos e divertimo-nos com os nossos colegas.
Para a escola funcionar precisamos também dos professores e auxiliares, e não só dos alunos. Todos têm uma maneira de ser diferente, mas todos são simpáticos e alegres (!!!) e, acima de tudo, estão sempre prontos a ajudar!!!
A escola é muito importante porque aprendemos e brincamos ao mesmo tempo. Foi uma experiência muito boa!!!!
Os alunos trouxeram para a escola o seu objecto preferido e apresentarem-no aos colegas. Nessa apresentação teriam que responder a uma série de questões que lhes serviria de linha orientadora (nome do objecto, foi oferecido por quem, há quanto tempo é que o tinham, descrição física, qual a sua utilidade, o que significava para eles, que sentimentos lhes despertava, quais os seus defeitos e opinião pessoal sobre o mesmo).
Foi escolhido um objecto para ser alvo de reflexão de toda a turma, no intuito de melhorar o discurso oral, sendo alvo de críticas construtivas e sugestões de melhoramento. No final, foi redigido um pequeno texto colectivo onde foi melhorado o discurso. O aluno voltou a apresentar o seu objecto preferido com as sugestões dadas pela professora e colegas.
Professora Isa Abreu Morujo
4º A da Eb1 do Avenal – Agrupamento de Escolas D. João II

Na Escola do 1.º ciclo do Ensino Básico de Peso, no dia 18/05/10 a professora preparou uma aula sobre “livros interessantes”. Como se tratava de uma actividade em que os alunos deveriam conversar sobre os seus gostos em termos de livros, todos se sentaram em círculo no meio da sala, pois assim podiam ver-se e ouvir-se melhor!
No início da aula, a professora trouxe um grande saco vermelho que muito interessou os alunos. Depois de saberem o que continha, foram convidados a retirar um dos livros. Todos se preocuparam em escolher um que tivesse a lombada mais estreita! No fundo do saco ficaram os mais volumosos.
Individualmente falaram sobre o livro que tinham retirado e, para surpresa de alguns, também havia alguns manuais escolares, além de outros que tinham características especiais – uns tinham texturas, outros tinham música, outros tinham desenhos muito coloridos… todos ficaram felizes!
A melhor surpresa estava reservada para o final, pois o livro cuja lombada era a mais grossa, era também aquele que fazia viajar pelo reino da imaginação…
Quando o folhearam, perceberam que nem sempre o tamanho de um livro é proporcional à sua dificuldade!
Seguidamente, os alunos foram convidados a escrever a receita ideal para criar um livro de sucesso.
Todos gostaram da actividade e certamente esta actividade contribuiu para formar leitores mais atentos!
Professora Maria João Pinto – Agrupamento de Escolas de Santa Catarina
Um sonho de antigamente, agora uma realidade ao alcance de uns cliques. Estou a falar de livros digitais, mas daqueles que imitam os verdadeiros e ainda têm locução.
Trabalhei com os meus alunos na área de Formação Cívica, um conto que por se ajustar tão bem a uma situação vivida pela turma, resolvi deitar mão de todos os meios para que a mensagem passasse. E o que poderia ser melhor que um livro que fosse disponibilizado a todos os alunos e familiares? Bem, só se fosse um livro digital!
Experimentei e gostei. Aliás gostámos todos! O trabalho que tivemos valeu bem a pena e em todos os sentidos.
Vejam e experimentem também!
Clicar aqui para ler o reconto – João não sejas rufião!
Professor Joaquim Pinto
EB1 da Ramalhosa
Agrupamento de Escolas de Santa Catarina

No início do ano lectivo trabalhei com alguns alunos do 3º ano de escolaridade a leitura em suporte digital. Na altura os alunos ficaram entusiasmados com os livros digitais e os recursos que integram. O facto de permitirem o virar das páginas, como se de livros reais se tratassem, a locução das histórias, a audições de canções e o visionamento de vídeos e outras animações que potenciam a interactividade entre o livro, o leitor e autor, faz deste género de leitura uma actividade muito requerida pelos alunos. Assim, depois, de numa das Oficinas Temáticas dedicadas ao tema das TIC ter sido apresentado um endereço onde se podiam construir ebooks, explicado o processo de construção e de ter visto um livro feito por uma colega, resolvi transformar o reconto em pwp da “Galinha dos Ovos de Ouro”, realizado com os alunos no ano lectivo anterior, num livro digital.
E o resultado aqui está. Basta clicar, ler, ver e ouvir.
A Galinha dos Ovos de Ouro
Recomendo vivamente que experimentem!
Professora Alexandra Reis – Agrupamento de Escolas de Santa Catarina
O ditado pode ser uma boa ferramenta de aprendizagem, várias são as técnicas utilizadas para o fazer.
Na EB1 de Carvalhal Benfeito, turma A, experimentou-se o ditado cantado, usando-se a canção “Era uma vez um rei”.
Durante uma semana ouviu-se, cantou-se, montou-se e reescreveu-se a canção. Por fim fez-se o ditado cantado.
Era uma vez um Rei
Os ditados cantados são considerados extremamente interessantes para os alunos, pois transformam uma actividade mais técnica num momento agradável e divertido. Permitem a escrita de expressões longas e com sentido, estimulando e apelando à memorização. Estes aspectos conjugados com a leitura do texto no visionamento do filme da canção permitem, ainda, o accionamento simultâneo das vias fonológica e lexical na escrita de palavras, o que aumenta a probabilidade de êxito da tarefa.
Professora Graciete Pereira
EB1 do Carvalhal Benfeito – Agrupamento de Escolas de Santa Catarina

Após a recolha e pesquisa de algumas Lengalengas, os alunos fizeram a selecção das favoritas, que posteriormente foram colocadas num PowerPoint. Foi sem dúvida um trabalho muito gratificante que reflectiu o empenho dos alunos.
Para ver o pwp clicar em: Lengalengas
4ºA – E.B. 1 de São Martinho do Porto – Professora Regina Rodrigues – Agrupamento de Escolas de São Martinho do Porto
As lengalengas e os trava-línguas despertam grande interesse nas crianças por estarem associadas a muitas das suas brincadeiras e também devido à sua musicalidade.
As actividades que mais agradaram aos alunos da turma G de S. Martinho do Porto, foram neste âmbito. Entre outras actividades modificaram lengalengas e trava-línguas, usando o computador Magalhães e ilustraram-nas no Paint.
Exemplo de trabalhos realizados envolvendo lengalengas e trava-línguas:

Célia Mota Marques, EB1 de S. Martinho do Porto
Na EB1 de Mata do Porto Mouro, por um dia, os alunos foram cozinheiros de receitas de gramática. Esta foi uma actividade que as crianças desejam repetir, pois para além de ser muito divertida, permitiu-lhes apreender diferentes conhecimentos.
A aula teve início com a apresentação, em PowerPoint, do livro “Receitas de Gramática”. Após exploração da capa do livro e de as crianças perceberem que iriam trabalhar gramática, leu-se a primeira receita “Uso do ponto final”, que é para principiantes, e procedeu-se à sua execução. Na mesa de trabalho, colocaram-se aventais e toucas e escolheram-se os ingredientes necessários para trabalhar. Seguiram-se as instruções da receita, chegou-se ao produto final e reflectiu-se sobre quando se usa o ponto final. Executou-se uma segunda receita “Uso da vírgula nas enumerações e nas repetições”.
Como as receitas de gramática continham receitas de culinária (Melão com Presunto e Salame de Chocolate), as crianças escolheram uma das receitas e procedemos à sua execução.
Esta foi de facto uma actividade que permitiu aprender gramática a sério, a brincar.

Professora Ana Luísa Raposo – Agrupamento de Escolas de Santa Catarina
A partir da frase “Aqui há Rato” os alunos tinham que descobrir através de dicas que a professora ia dando, qual a história que se ia ler, de entre vária que foram colocadas, ao lado do cantinho da leitura.

À medida que se iam dando as dicas, os alunos tentavam descobrir o título do livro.
Depois de descobrirem o título, “O Ratinho Marinheiro”, leu-se a história, dramatizou-se a última quadra e por fim fez-se a dobragem do barquinho.


Maria do Rosário Mêda - 1º/2º ano - Agrupamento D. João II