Fonte de sabedoria

PNEP

Chegaste
Contigo estudei
E no teu ombro trabalhei
Estou mais sabedora, feliz e muito cansada
Este caminho foi duro
A que alguns chamaram maçada
Mas tu, PNEP
Deste-me um mapa desconhecido
Que me levou ao entendimento
Era um trajecto escondido
Que abriu portas ao conhecimento.


                                Formadora do Agrupamento de Colmeias Leta Marto

Lengalengas

EBI de Sto. Onofre – Turma: 4.º B

Aula PNEP a 21 de Outubro de 2009 “reproduzir e recriar lengalengas”

Trabalhos desenvolvidos pelos alunos em pequenos grupos, na sequência da aula e baseados no esquema da lengalenga “O Castelo de Chuchurumel”

I

Aqui está o milho
Que fugiu da seara.

Aqui está a galinha
Que comeu o milho
Que fugiu de seara.

Aqui está a raposa
Que bateu na galinha
Que comeu o milho
Que fugiu da seara.

Aqui está o leão
Que mordeu a raposa
Que bateu na galinha
Que comeu o milho
Que fugiu da seara.

Aqui está o homem
Que capturou o leão
Que mordeu a raposa
Que bateu na galinha
Que comeu o milho
Que fugiu da seara.

Aqui está o Zoo
Que recebeu o homem
Que capturou o leão
Que mordeu a raposa
Que bateu na galinha
Que comeu o milho
Que fugiu da seara.

(Erica e Margarida)

II

Aqui está a minhoca
Que escavou a terra.

Aqui está a galinha
Que comeu a minhoca
Que escavou a terra.

Aqui está o cavalo
Que deu um coice à galinha
Que comeu a minhoca
Que escavou a terra.

Aqui está o tigre
Que mordeu o cavalo
Que deu um coice à galinha
Que comeu a minhoca
Que escavou a terra.

Aqui está o leão
Que arranhou o tigre
Que mordeu o cavalo
Que deu um coice à galinha
Que comeu a minhoca
Que escavou a terra.

Aqui está o tubarão
Que matou o leão
Que arranhou o tigre
Que mordeu o cavalo
Que deu um coice à galinha
Que comeu a minhoca
Que escavou a terra.

(Mariana e Beatriz)

III

Aqui estão os tijolos
Que fizeram a parede.

Aqui está o cimento
Que prendeu os tijolos
Que fizeram a parede.

Aqui está a areia
Que fez o cimento
Que prendeu os tijolos
Que fizeram a parede.

Aqui está a água
Que mistura com a areia
Que fez o cimento
Que prendeu os tijolos
Que fizeram a parede.

Aqui está o papagaio
Que deitou a água
Que mistura com a areia
Que fez o cimento
Que prendeu os tijolos
Que fizeram a parede.

Aqui está o homem
Que ensinou o papagaio
Que deitou a água
Que mistura com a areia
Que fez o cimento
Que prendeu os tijolos
Que fizeram a parede.

(Ricardo e Francisco Gaspar)

IV

Aqui está o caderno
Que está escrito.

Aqui estão os desenhos
Que estão no caderno
Que está escrito

Aqui está o rapaz
Que fez os desenhos
Que estão no caderno
Que está escrito.
Aqui está o tigre
Que o rapaz desenhou
Que fez os desenhos
Que estão no caderno
Que está escrito.

(Cátia e Valéria)

V

Aqui está o pau
Que bateu no boi.

Aqui está a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.

Aqui está a areia
Que fez escorregar a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.

Aqui está o vaqueiro
Que pôs a areia
Que fez escorregar a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.

Aqui está o chefe
Que mandou o vaqueiro
Que pôs a areia
Que fez escorregar a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.

Aqui está o presidente
Que nomeou o chefe
Que mandou o vaqueiro
Que pôs a areia
Que fez escorregar a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.

Aqui está o primeiro-ministro
Que escolheu o presidente
Que nomeou o chefe
Que mandou o vaqueiro
Que pôs a areia
Que fez escorregar a vaca
Que partiu o pau
Que bateu no boi.

(Tiago Ribeiro e João Gabriel)

VI

Aqui está o lápis
Que escreve no papel
E aqui está a borracha
Que o apaga.

Aqui estão os lápis de cor
Que pintam o desenho
E aqui está a afiadeira
Que os afia.

Aqui está a caneta
Que escreve o nosso nome
No desenho.

Aqui está a tesoura
Que corta o papel.

E este material todo
Que nós usamos
Pertence ao estojo.

(Ana Carolina e Andreia)

Nota: Os trabalhos foram escolhidos aleatoriamente. O VI revela que as alunas não entenderam o mecanismo da lengalenga.

Professor Carlos Hermínio (formando do PNEP)

Dimensão Textual – “Vamos construir histórias”

EBI de Sto. Onofre – Turma: 4.º B

Aula PNEP a 19 de Abril de 2010 “dimensão textual”

Trabalhos desenvolvidos pelos alunos em pequenos grupos, na sequência da aula.

Nota: Foram entregues 8 conjuntos de “cromos” que continham personagens ou acções e que os alunos escolheram um de cada. Construindo as histórias a partir daí.

“VAMOS CONSTRUIR UMA HISTÓRIA”

Grupo: Tiago Ribeiro, Francisco Timóteo e Margarida
Elementos escolhidos: no tempo em que os animais falavam; cavaleiro; gruta; descobrir uma espada; no labirinto; um ladrão; um cão; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

Título da história: O Cavaleiro Descobridor

No tempo em que os animais falavam, um cavaleiro que passeava pela floresta, encontrou uma gruta. Andando a passear pela gruta descobriu uma espada muito brilhante.
Quando saiu da gruta, encontrou-se num labirinto e foi indo por lá até que encontrou um ladrão a tentar roubar um cão. Ajudou o cão e saiu com um novo amigo daquele grande labirinto.
E depois? Depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.

Grupo: Manuel, Cátia e Ricardo
Elementos escolhidos: no tempo em que as galinhas tinham dentes; menina; casa abandonada; encontrar um tesouro; no rio encantado; um ladrão; uma velhinha; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

Título da história: A Avozinha do Tesouro

No tempo em que as galinhas tinham dentes havia sítio chamado “O Rio Encantado” e lá havia um papel a dizer: “Na casa abandonada há um grande tesouro”.
Uma menina chamada Lúcia viu o papel e disse:
- Olha, um tesouro!
- Então despacha-te que eu não sou o Pai Natal! – gritou a avozinha.
E lã foram para a caça ao tesouro na casa abandonada.
Quando chegaram à casa abandonada, viram que já alguém lá estava.
- Foste à casa de banho e agora já alguém cá está. – disse a avó zangada.
- Mas ao menos não estou quatro horas na casa de banho para me lavar e ainda saio de lá suja. – replicou a menina.
Pararam de discutir e entraram na casa. Abriram várias portas e nada. Nisto viram o ladrão que já tinha encontrado o tesouro. Desanimadas, vinham embora, quando viram um segundo tesouro. Agarraram no baú e fugiram dali para fora. Quando abriram o baú e viram que só lá estava uma moeda de 1 cêntimo, a Lúcia perguntou:
- O que fazemos agora?
Nisto viram um papel que dizia “plantem esta moeda e serão ricos”.
E depois?
E depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.

Grupo: Erica, Andreia e Tomás
Elementos escolhidos: Há muitos, muitos anos; sereia e cavaleiro; castelo e ilha; descobrir uma espada; no país luminoso; um pirata; um cão; e oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.

Título da história: Um Final Feliz

Há muitos…muitos anos no castelo do país luminoso, um cavaleiro conhecido como Dinis decidiu embarcar à procura da espada dourada, mas não foi sozinho, levou o seu cão Tobias.
Tomou rumo a Elian, mas não achou a espada. De seguida a Ítaca, mas logo foi embora com medo dos gigantes.
Passado uma semana e meia avistou uma ilha que não aparecia no mapa.
- Isto não me cheira bem. – desconfiou Tobias.
- Está calado! – exigiu Dinis.
Desembarcaram na ilha e uma sereia loira e muito bonita chamada Bally, disse:
- O que fazem aqui por estas bandas?
- Andamos à procura da espada dourada. – respondeu energicamente Tobias.
- Sim, a espada dourada está nesta ilha, mas tenham cuidado com a maldição do pirata Perna de Pau.
Dinis fez uma nova amizade. Com Bally a nadar e Dinis e Tobias a caminhar acharam uma gruta. Bally ficou cá fora à espera enquanto Dinis e Tobias entraram. Demoraram muito tempo mas acabaram por achar a espada dourada e a maldição eram apenas umas barbas falsas.
Saíram da gruta, conversaram com Bally e decidiram ficar juntos para sempre.
E oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.

Grupo: Mariana, Tiago Murtinho e Rafaela
Elementos escolhidos: no tempo em que as bruxas andavam de vassoura; menina; gruta; encontrar o pai; na Lua; o monstro das sete cabeças; um extraterrestre; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

Título da história: A Família Esquisita

No tempo em que as bruxas andavam de vassoura, havia uma menina chamada Joana que vivia na Lua com o seu pai Luís e os seus melhores amigos, o monstro de sete cabeças e o extraterrestre Marte.
Os seus dias eram um pouco esquisitos, pois Marte o Sete Cabeças andavam sempre às turras.
Um dia quando a Joana acordou, ouviu sete gritos. Era o Sete Cabeças que tinha sido levado por um cientista para um laboratório de estudos.
A menina vestiu-se rapidamente e foi a correr chamar o pai.
- Pai! Pai! O Sete Cabeças foi raptado. Temos de o ir salvar.
O pai nem teve tempo de responder, pois a filha o levara pela mão sem parar de correr até à gruta laboratório.
Tinham de entrar com cuidado pois o cientista era louco. Estavam a tentar entrar quando ouviram um barulho estranho. Viraram-se e viram o Marte.
- O que é que tu fazes aqui? – perguntou a Joana.
- Vi-vos sair de casa a correr e vim atrás de vocês. Respondeu Marte na sua linguagem esquisita.
Então continuaram o caminho. Quando encontraram o Sete Cabeças, estava o cientista a tirar sangue com a sua seringa enorme de tirar amostras. Ficaram todos muito quietos, escondidos e quando o cientista saiu, eles entraram na sala onde estava o Sete Cabeças e escaparam dali para fora com ele.
Quando voltaram para casa, o Marte e o Sete Cabeças começaram a discutir como habitualmente. A menina e o pai disseram ao mesmo tempo:
- Outra vez de novo! Não!…
E depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

EBI de Sto. Onofre – Turma: 4.º B

Aula PNEP a 19 de Abril de 2010 “dimensão textual”

Trabalhos desenvolvidos pelos alunos em pequenos grupos, na sequência da aula.

Nota: Foram entregues 8 conjuntos de “cromos” que continham personagens ou acções e que os alunos escolheram um de cada. Construindo as histórias a partir daí.

“VAMOS CONSTRUIR UMA HISTÓRIA”

Grupo: Tiago Ribeiro, Francisco Timóteo e Margarida
Elementos escolhidos: no tempo em que os animais falavam; cavaleiro; gruta; descobrir uma espada; no labirinto; um ladrão; um cão; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

Título da história: O Cavaleiro Descobridor

No tempo em que os animais falavam, um cavaleiro que passeava pela floresta, encontrou uma gruta. Andando a passear pela gruta descobriu uma espada muito brilhante.
Quando saiu da gruta, encontrou-se num labirinto e foi indo por lá até que encontrou um ladrão a tentar roubar um cão. Ajudou o cão e saiu com um novo amigo daquele grande labirinto.
E depois? Depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.

Grupo: Manuel, Cátia e Ricardo
Elementos escolhidos: no tempo em que as galinhas tinham dentes; menina; casa abandonada; encontrar um tesouro; no rio encantado; um ladrão; uma velhinha; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

Título da história: A Avozinha do Tesouro

No tempo em que as galinhas tinham dentes havia sítio chamado “O Rio Encantado” e lá havia um papel a dizer: “Na casa abandonada há um grande tesouro”.
Uma menina chamada Lúcia viu o papel e disse:
- Olha, um tesouro!
- Então despacha-te que eu não sou o Pai Natal! – gritou a avozinha.
E lã foram para a caça ao tesouro na casa abandonada.
Quando chegaram à casa abandonada, viram que já alguém lá estava.
- Foste à casa de banho e agora já alguém cá está. – disse a avó zangada.
- Mas ao menos não estou quatro horas na casa de banho para me lavar e ainda saio de lá suja. – replicou a menina.
Pararam de discutir e entraram na casa. Abriram várias portas e nada. Nisto viram o ladrão que já tinha encontrado o tesouro. Desanimadas, vinham embora, quando viram um segundo tesouro. Agarraram no baú e fugiram dali para fora. Quando abriram o baú e viram que só lá estava uma moeda de 1 cêntimo, a Lúcia perguntou:
- O que fazemos agora?
Nisto viram um papel que dizia “plantem esta moeda e serão ricos”.
E depois?
E depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.

Grupo: Erica, Andreia e Tomás
Elementos escolhidos: Há muitos, muitos anos; sereia e cavaleiro; castelo e ilha; descobrir uma espada; no país luminoso; um pirata; um cão; e oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.

Título da história: Um Final Feliz

Há muitos…muitos anos no castelo do país luminoso, um cavaleiro conhecido como Dinis decidiu embarcar à procura da espada dourada, mas não foi sozinho, levou o seu cão Tobias.
Tomou rumo a Elian, mas não achou a espada. De seguida a Ítaca, mas logo foi embora com medo dos gigantes.
Passado uma semana e meia avistou uma ilha que não aparecia no mapa.
- Isto não me cheira bem. – desconfiou Tobias.
- Está calado! – exigiu Dinis.
Desembarcaram na ilha e uma sereia loira e muito bonita chamada Bally, disse:
- O que fazem aqui por estas bandas?
- Andamos à procura da espada dourada. – respondeu energicamente Tobias.
- Sim, a espada dourada está nesta ilha, mas tenham cuidado com a maldição do pirata Perna de Pau.
Dinis fez uma nova amizade. Com Bally a nadar e Dinis e Tobias a caminhar acharam uma gruta. Bally ficou cá fora à espera enquanto Dinis e Tobias entraram. Demoraram muito tempo mas acabaram por achar a espada dourada e a maldição eram apenas umas barbas falsas.
Saíram da gruta, conversaram com Bally e decidiram ficar juntos para sempre.
E oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.

Grupo: Mariana, Tiago Murtinho e Rafaela
Elementos escolhidos: no tempo em que as bruxas andavam de vassoura; menina; gruta; encontrar o pai; na Lua; o monstro das sete cabeças; um extraterrestre; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

Título da história: A Família Esquisita

No tempo em que as bruxas andavam de vassoura, havia uma menina chamada Joana que vivia na Lua com o seu pai Luís e os seus melhores amigos, o monstro de sete cabeças e o extraterrestre Marte.
Os seus dias eram um pouco esquisitos, pois Marte o Sete Cabeças andavam sempre às turras.
Um dia quando a Joana acordou, ouviu sete gritos. Era o Sete Cabeças que tinha sido levado por um cientista para um laboratório de estudos.
A menina vestiu-se rapidamente e foi a correr chamar o pai.
- Pai! Pai! O Sete Cabeças foi raptado. Temos de o ir salvar.
O pai nem teve tempo de responder, pois a filha o levara pela mão sem parar de correr até à gruta laboratório.
Tinham de entrar com cuidado pois o cientista era louco. Estavam a tentar entrar quando ouviram um barulho estranho. Viraram-se e viram o Marte.
- O que é que tu fazes aqui? – perguntou a Joana.
- Vi-vos sair de casa a correr e vim atrás de vocês. Respondeu Marte na sua linguagem esquisita.
Então continuaram o caminho. Quando encontraram o Sete Cabeças, estava o cientista a tirar sangue com a sua seringa enorme de tirar amostras. Ficaram todos muito quietos, escondidos e quando o cientista saiu, eles entraram na sala onde estava o Sete Cabeças e escaparam dali para fora com ele.
Quando voltaram para casa, o Marte e o Sete Cabeças começaram a discutir como habitualmente. A menina e o pai disseram ao mesmo tempo:
- Outra vez de novo! Não!…
E depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

EBI de Sto. Onofre – Turma: 4.º B

Aula PNEP a 19 de Abril de 2010 “dimensão textual”

Trabalhos desenvolvidos pelos alunos em pequenos grupos, na sequência da aula.

Nota: Foram entregues 8 conjuntos de “cromos” que continham personagens ou acções e que os alunos escolheram um de cada. Construindo as histórias a partir daí.

“VAMOS CONSTRUIR UMA HISTÓRIA”

Grupo: Tiago Ribeiro, Francisco Timóteo e Margarida
Elementos escolhidos: no tempo em que os animais falavam; cavaleiro; gruta; descobrir uma espada; no labirinto; um ladrão; um cão; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

Título da história: O Cavaleiro Descobridor

No tempo em que os animais falavam, um cavaleiro que passeava pela floresta, encontrou uma gruta. Andando a passear pela gruta descobriu uma espada muito brilhante.
Quando saiu da gruta, encontrou-se num labirinto e foi indo por lá até que encontrou um ladrão a tentar roubar um cão. Ajudou o cão e saiu com um novo amigo daquele grande labirinto.
E depois? Depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.

Grupo: Manuel, Cátia e Ricardo
Elementos escolhidos: no tempo em que as galinhas tinham dentes; menina; casa abandonada; encontrar um tesouro; no rio encantado; um ladrão; uma velhinha; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

Título da história: A Avozinha do Tesouro

No tempo em que as galinhas tinham dentes havia sítio chamado “O Rio Encantado” e lá havia um papel a dizer: “Na casa abandonada há um grande tesouro”.
Uma menina chamada Lúcia viu o papel e disse:
- Olha, um tesouro!
- Então despacha-te que eu não sou o Pai Natal! – gritou a avozinha.
E lã foram para a caça ao tesouro na casa abandonada.
Quando chegaram à casa abandonada, viram que já alguém lá estava.
- Foste à casa de banho e agora já alguém cá está. – disse a avó zangada.
- Mas ao menos não estou quatro horas na casa de banho para me lavar e ainda saio de lá suja. – replicou a menina.
Pararam de discutir e entraram na casa. Abriram várias portas e nada. Nisto viram o ladrão que já tinha encontrado o tesouro. Desanimadas, vinham embora, quando viram um segundo tesouro. Agarraram no baú e fugiram dali para fora. Quando abriram o baú e viram que só lá estava uma moeda de 1 cêntimo, a Lúcia perguntou:
- O que fazemos agora?
Nisto viram um papel que dizia “plantem esta moeda e serão ricos”.
E depois?
E depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.

Grupo: Erica, Andreia e Tomás
Elementos escolhidos: Há muitos, muitos anos; sereia e cavaleiro; castelo e ilha; descobrir uma espada; no país luminoso; um pirata; um cão; e oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.

Título da história: Um Final Feliz

Há muitos…muitos anos no castelo do país luminoso, um cavaleiro conhecido como Dinis decidiu embarcar à procura da espada dourada, mas não foi sozinho, levou o seu cão Tobias.
Tomou rumo a Elian, mas não achou a espada. De seguida a Ítaca, mas logo foi embora com medo dos gigantes.
Passado uma semana e meia avistou uma ilha que não aparecia no mapa.
- Isto não me cheira bem. – desconfiou Tobias.
- Está calado! – exigiu Dinis.
Desembarcaram na ilha e uma sereia loira e muito bonita chamada Bally, disse:
- O que fazem aqui por estas bandas?
- Andamos à procura da espada dourada. – respondeu energicamente Tobias.
- Sim, a espada dourada está nesta ilha, mas tenham cuidado com a maldição do pirata Perna de Pau.
Dinis fez uma nova amizade. Com Bally a nadar e Dinis e Tobias a caminhar acharam uma gruta. Bally ficou cá fora à espera enquanto Dinis e Tobias entraram. Demoraram muito tempo mas acabaram por achar a espada dourada e a maldição eram apenas umas barbas falsas.
Saíram da gruta, conversaram com Bally e decidiram ficar juntos para sempre.
E oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.

Grupo: Mariana, Tiago Murtinho e Rafaela
Elementos escolhidos: no tempo em que as bruxas andavam de vassoura; menina; gruta; encontrar o pai; na Lua; o monstro das sete cabeças; um extraterrestre; e depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.

Título da história: A Família Esquisita

No tempo em que as bruxas andavam de vassoura, havia uma menina chamada Joana que vivia na Lua com o seu pai Luís e os seus melhores amigos, o monstro de sete cabeças e o extraterrestre Marte.
Os seus dias eram um pouco esquisitos, pois Marte o Sete Cabeças andavam sempre às turras.
Um dia quando a Joana acordou, ouviu sete gritos. Era o Sete Cabeças que tinha sido levado por um cientista para um laboratório de estudos.
A menina vestiu-se rapidamente e foi a correr chamar o pai.
- Pai! Pai! O Sete Cabeças foi raptado. Temos de o ir salvar.
O pai nem teve tempo de responder, pois a filha o levara pela mão sem parar de correr até à gruta laboratório.
Tinham de entrar com cuidado pois o cientista era louco. Estavam a tentar entrar quando ouviram um barulho estranho. Viraram-se e viram o Marte.
- O que é que tu fazes aqui? – perguntou a Joana.
- Vi-vos sair de casa a correr e vim atrás de vocês. Respondeu Marte na sua linguagem esquisita.
Então continuaram o caminho. Quando encontraram o Sete Cabeças, estava o cientista a tirar sangue com a sua seringa enorme de tirar amostras. Ficaram todos muito quietos, escondidos e quando o cientista saiu, eles entraram na sala onde estava o Sete Cabeças e escaparam dali para fora com ele.
Quando voltaram para casa, o Marte e o Sete Cabeças começaram a discutir como habitualmente. A menina e o pai disseram ao mesmo tempo:
- Outra vez de novo! Não!…
E depois…foram-se as vacas e ficaram os bois.